11/08/2014

Pets: conheça qual é o cachorro de estimação ideal para casa ou apartamento

Tekel/ Foto: Divulgação


Mesmo os que moram em apartamentos não abrem mão de ter um cachorro de estimação. Eles são amigos, companheiros e, além disso, alegram a casa. Entretanto exigem cuidados e atenção, sem falar que é necessário viver em ambientes propício ao perfil e condições físicas. Acompanhe a seguir orientações que indicam os cães ideais para morar em casa ou apartamento.
Segundo especialistas da área, os cães da linhagem Teckel, raça que tem predisposição a desenvolver problemas de coluna devido ao corpo alongado e as patas curtas, não devem viver em casas que possuem escadas. Especialistas alertam que o movimento de subir e descer os degraus pode prejudicar a saúde do animal.
O Shih Tzu e a Lhasa são recomendados para apartamentos. Isso por serem brincalhões e mais silenciosos, característica que pode evitar problemas com os vizinhos.
Já cães de raça Border Collie, não são recomendados para apartamentos, pois costumam ser hiperativos. Sendo assim, vivem melhor em casas com áreas externas e donos com disposição para encarar toda energia que eles tem, com passeios e brincadeiras, por exemplo.
Ainda quem mora em apartamentos amplos podem adquirir filhotes de porte médio e grandes, desde que sejam de raças silenciosas como Goldens, Whippet, Dalmata e Chowchow, Cocker Spaniel, Bulldog Inglês e Bulldog Francês.
Também os moradores de apartamentos compactos ou de casa sem quintais contam com opções de cães de pequeno porte, como Malteses, Shih Tzu, Lhasa, Teckel e Spitz. De acordo com especialistas, os mesmos têm poucas chances de sofrer com o confinamento ou com o estresse.


Morar sozinho: dicas para otimizar seu tempo

Foto: Divulgação


Na correria do dia a dia fica complicado conciliar trabalho, estudos e ainda manter uma casa. Essa tarefa é tanto difícil para as mulheres que já estavam acostumadas com o auxílio da mãe quanto para homens. E quem pensa que decoração é coisa só de mulher está completamente enganado, pois depois da conquista do primeiro imóvel, muitos deles gastam bastante tempo pensando em como deixar a casa com a cara deles. Além disso, morar sozinho implica em dúvidas que antes não precisam se preocupar, como: o que fazer para tirar o mau cheiro do carpete?
Para isso, acompanhe a seguir dicas da organizer Ingrid Lisboa dada ao ZAP Imóveis.

-Como tirar manchas de molho, azeite, vinho, gordura de roupas ou toalhas de mesa:

Para escolher o melhor produto para retirada de manchas de tecidos, o mais importante é saber de que tecido se trata, pois cada um resiste mais ou menos a certos tipos de produto.
Caso a pessoa não saiba de que tecido é feita a roupa, o local deverá ser tratado apenas com detergente neutro e água morna. Porém, caso o molho de tomate seja enlatado (mais gorduroso, portanto) ou o vinho seja tinto, a mancha pode não sair completamente.
Neste caso, se o tecido manchado por algodão (somente se for algodão) pode ser usado os produtos tira-manchas em pó à base de oxigênio ou peróxido de hidrogênio, à venda nos supermercados.
-Há algum truque para acabar com mau cheiro de carpete, por conta de o ambiente ter umidade ou ficar muito tempo fechado? Mesmo morando sozinho é importante o morador se organizar para, pelo menos três vezes por semana, deixar “a casa respirar” por pelo menos duas horas.
Foto: Divulgação

É importante lembrar ainda que não existe cheiro de mofo sem a presença do fungo que causa este cheiro, e que a presença deste fungo só acaba se o local for desinfetado, higienizado.
O vinagre de vinho branco pode ser usado diluído em água (proporção de 1/3 de vinagre para 2/3 de água) para limpeza e retirada do cheiro forte. Logo depois da aplicação, o tapete deve ficar tomando ar por várias horas. No entanto, caso o ambiente fique fechado novamente, o fungo volta a se manifestar.
-Como eliminar as bolinhas indesejadas que ficam em alguns tipos de tecido, como camisas pólo e blusas de lã? Utilizando papa-bolinhas ou barbeador do estilo “prestobarba”. 
-Como tirar pêlos de animais de estofados de maneira eficiente? Com aquele rolinho de tirar pêlos de roupas ou utilizando uma fita adesiva grossa do lado avesso para atrair os pêlos.
-Como tirar adesivos da parede ou de janelas? Para retirar sobras de adesivos dos vidros de janelas pode-se utilizar removedor. Nas paredes, é necessário consultar o fabricante do adesivo.

06/08/2014

Decore com sabores: Doce de abóbora com canela

Foto: Divulgação

O decore com sabores desta semana vai adoçar a sua mesa trazendo o doce de abóbora com canela, que é uma especiaria usada para aromatizar preparações diversas. A canela é produzida a partir das cascas de troncos de árvores da mesma família do abacate. Acompanhe então a seguir a receita de dar água na boca..........

Foto: Divulgação

Ingredientes
½ kg de abóbora
3 copos de leite longa vida integral (825 ml)
1 xicara (chá) de açúcar (180 g)
Canela em pau e cravo a gosto
Modo de preparo
Corte a abóbora em pedaços pequenos e coloque numa panela. Junte o leite e deixe cozinhar por 30 minutos, em fogo baixo, ou até que a abóbora fique macia. Espere esfriar, por 15 minutos e coloque a mistura no liquidificador. Bata rapidamente e volte para a panela. Acrescente o açúcar, a canela e o cravo e deixe cozinhar em fogo baixo, mexendo sempre com uma colher de pau.
Cozinhe por 30 minutos ou até que o leite seja incorporado totalmente e a abóbora fique bem cozida. Se necessário, acrescente um pouco mais de leite. Retire e deixe esfriar completamente. Despeje o doce numa compoteira, coloque canela a gosto e leve para gelar. Se preferir, sirva com fatias de queijo-de-minas fresco ou com requeijão.

Servido com fatias de queijo minas/ Foto: Divulgação

Rendimento: 6 porções de 50g
Tempo de preparo: 50 minutos
Classificação: fácil
Valor nutricional por porção: Energia: 220 kcal – Proteínas: 5,5 g – Gorduras: 4,5 g – Cálcio: 180 mg



Receita extraída do livro Leite Longa Vida


Saiba escolher o melhor edredom

Para aquecer os dias frios, conheça as opções de tecidos e tenha uma boa noite de sono

Variedades de cores e estampas faz da peça um item decorativo /Foto: Divulgação


Nos dias fios todos querem correr para debaixo do edredom. Isso porque ele é macio, quentinho e não solta pelos, além de serem mais leve que os cobertores. O edredom também conta com uma variedade de cores e estampas, tornando-o um item decorativo.
Feito com duas camadas de tecido. No meio estão os enchimentos, podendo ser de poliéster, ou naturais, como as plumas e penas. Já as costuras aparentes, e que dividem a peça em partes iguais, servem para garantir que o recheio permaneça bem distribuído entre as camadas. Acompanhe a seguir dicas para escolha, dadas por Camila Borelli, coordenadora do departamento de Engenharia Têxtil do Centro Universitário da FEI e Fabiana Visacro, designer de interiores, ao portal Uol.

Edredom: Naturais ou sintéticos?
Foto: Divulgação

Segundo a especialista da área têxtil, os enchimentos naturais são poderosos isolantes térmicos, ou seja, dificultam a dispersão do calor, mantendo a cama e quem está deitado bem aquecidos. Em contrapartida, os modelos recheados por plumas e penas podem provocar alergias, demandam lavagem a seco para a manutenção das características originais e são, em geral, mais caros.
Já edredons preenchidos com materiais sintéticos, a exemplo do poliéster, também são bons para manter o corpo quente, com a vantagem de serem hipoalergênicos e de fácil manutenção."Os de 'plumas de silicone', feitos a partir de fibras sintéticas, são tão confortáveis quanto os de plumas de ganso, com a diferença de que podem ser lavados normalmente", orienta a designer de interiores.
Agora o volume do edredom, é dado pelo formato e a quantidade de enchimento. Quando disposto como uma manta, ele é mais fino e compacto; mas se fibras ficam "soltas", a peça ganha volume. "Porém, quanto mais enchimento, maior é a gramatura do edredom e mais quente ele será, pois é capaz de isolar melhor e, assim, manter o calor liberado pelo corpo", ensina Borelli. Então, se você busca um edredom para enfrentar o inverno rigoroso, os mais adequados são os pesados, com mais camadas de enchimento. Entretanto, se a ideia é ter uma peça que sirva também para os dias de temperatura amena, vale investir nos mais leves, mesmo que volumosos.